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Diagnóstico jurídico-tributário para decisões empresariais sensíveis

Antes de avançar, saiba exatamente quais riscos podem comprometer sua empresa.

Três pastas kraft empilhadas em ângulo com marcador verde entre as folhas.

Uma análise jurídica e tributária para revelar passivos, contratos frágeis, riscos societários e pontos sensíveis antes que uma decisão importante gere custo, litígio ou perda de poder de negociação.

Riscos classificados por prioridadeCom ou sem compra, venda ou investimento

O que a análise abrange

O que precisa estar claro antes de uma decisão empresarial relevante

A Due Diligence reúne contratos, tributos, estrutura societária, contingências e obrigações regulatórias em uma visão clara dos riscos que podem afetar caixa, operação, patrimônio e negociação.

Matriz de risco da due diligence com áreas classificadas por gravidade e probabilidade, e os quatro itens que o relatório entrega para cada achado: o achado com fonte, a exposição estimada, a recomendação e o responsável.

Contratos e documentos societários

Identificação de contratos frágeis, garantias mal estruturadas, procurações sensíveis e documentos societários que possam gerar conflito ou exposição futura.

Passivos tributários e fiscais

Mapeamento de débitos, contingências, inconsistências fiscais e riscos tributários que possam impactar caixa, certidões ou negociações.

Contingências trabalhistas e societárias

Análise de passivos trabalhistas, conflitos societários, responsabilidades dos sócios e riscos que possam atingir patrimônio ou continuidade.

Licenças, ações e obrigações regulatórias

Verificação de licenças, ações judiciais, obrigações regulatórias e pendências que possam travar a operação ou reduzir valor em uma negociação.

Como o escritório conduz

Como transformamos documentos em clareza para decidir

Escopo proporcional à decisão

A profundidade da análise é ajustada ao porte da empresa, ao objetivo da decisão e ao nível de risco envolvido.

Relatório com classificação de risco

Cada ponto identificado é classificado por gravidade, probabilidade, impacto e próximo passo recomendado.

Ponte para o próximo passo

Ao final, a empresa sabe quais riscos enfrentar primeiro, quais podem ser monitorados e quais exigem ação imediata.

Quando a Due Diligence é indicada

Quando vale enxergar os riscos antes de decidir

A Due Diligence não serve apenas para compra, venda ou investimento. Ela também ajuda empresas que cresceram, mudaram de fase ou precisam organizar riscos antes que eles se tornem urgência.

  • Quando a empresa cresceu rápido e ainda não revisou contratos, tributos e estrutura societária.
  • Antes de comprar, vender, investir ou receber investimento.
  • Antes de reorganizar documentos, sócios, patrimônio ou governança.
  • Quando há dúvidas sobre passivos fiscais, trabalhistas ou societários.
  • Antes de iniciar uma assessoria jurídica continuada.
  • Quando a empresa precisa saber o que pode comprometer caixa, operação ou negociação.

Onde o diagnóstico começa e termina

O diagnóstico mostra o risco. A estratégia define o próximo passo.

Diagnóstico — não a execução do que ele revela

A Due Diligence identifica, classifica e prioriza os riscos. Depois disso, a empresa pode decidir se precisa regularizar, reorganizar, recuperar créditos, renegociar contratos ou se defender em disputas.

Breno Garcia de Oliveira, sócio fundadorBreno Garcia de OliveiraSócio fundador

O risco que você não vê é o que mais pesa na decisão. Uma contingência fiscal, um contrato mal estruturado, uma disputa entre sócios ou uma licença pendente podem alterar preço, prazo, negociação e estratégia.

A Due Diligence existe para revelar esses pontos antes que eles comprometam a decisão.

O que vem junto com o diagnóstico

Além do relatório, uma medição que se repete

A due diligence entrega o retrato do momento: o que está em ordem, o que está exposto e o que precisa de decisão. A esse retrato soma-se uma nota de funcionamento da empresa em cinco dimensões: regra escrita, decisão rastreável, ciclo em dia, risco sob controle e continuidade.

A medição é refeita doze meses depois, com o mesmo critério. A comparação é da empresa com ela mesma.

A nota descreve o estado da organização na data da apuração. Item que não puder ser verificado com o documento disponível fica registrado como não apurado e não entra no cálculo.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

A Due Diligence só faz sentido em compra, venda ou investimento?

Não. O diagnóstico também é indicado para empresas que desejam conhecer riscos internos, revisar sua estrutura ou se preparar para decisões relevantes antes que surjam urgências.

Em quanto tempo fica pronto?

Depende do porte e da profundidade combinada. O escopo é calibrado ao objetivo, sem inflar custo nem deixar pontos cegos.

O relatório serve para apresentar a um investidor ou a um banco?

Pode servir, quando houver esse objetivo. Mas a finalidade central é interna: dar à empresa uma visão técnica dos seus riscos para orientar decisões.

O que a empresa passa a enxergar ao final?

Um relatório técnico com riscos identificados, classificação de prioridade, recomendações jurídicas e indicação dos próximos passos para reduzir exposição, organizar pendências ou preparar uma decisão relevante.

Existe garantia de resultado?

Não. A atuação jurídica depende da análise do caso concreto, da documentação disponível, da legislação aplicável e da interpretação das autoridades competentes. O objetivo é oferecer segurança técnica, reduzir riscos e orientar decisões com base jurídica.

Conheça os riscos da sua empresa antes de decidir.

Solicite uma análise inicial para definir o escopo da Due Diligence e entender quais pontos precisam ser avaliados antes de avançar.

Solicitar um diagnóstico jurídico

A conversa inicial serve para entender o seu caso e indicar o próximo passo. Ao enviar, você concorda com a Política de Privacidade.

Recebemos a sua solicitação. Em breve nossa equipe entra em contato para agendar a conversa inicial — fique de olho no seu e-mail e WhatsApp.

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